terça-feira, 6 de outubro de 2015

Dólar mais alto deixa o brasileiro mais pobre; veja quem ganha e quem perde


Olá pessoal

Gostaria de compartilhar com vocês essa reportagem do site da UOL Economia. Muito interessante e vale a pena a leitura.



Dólar mais alto deixa o brasileiro mais pobre; veja quem ganha e quem perde

Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

O dólar ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 4. Muitas pessoas acham que isso não as afeta, pois não ganham em dólar nem pretendem viajar para o exterior em breve. A verdade, porém, é que o dólar mais alto deixou o brasileiro mais pobre.

"O impacto da alta do dólar na vida das pessoas vai chegar a todos, inclusive à dona de casa", diz Edgar de Sá, economista-chefe da FN Capital.

Um dólar tão valorizado retrata uma economia que está em desequilíbrio, segundo o professor da Escola de Economia de São Paulo da FGV Clemens Nunes. 

Segundo ele, o Brasil está em situação de desequilíbrio fiscal, o que mostra que o governo gasta mais do que ganha, e os investidores não enxergam uma solução sustentável para esse problema num futuro próximo.

"Não há perspectiva de melhora. A consequência disso é que o real se desvaloriza e ficamos mais pobres. Perdemos poder de compra em relação ao resto do mundo."

Qual é o primeiro impacto do dólar mais alto?

A alta do dólar afeta a vida das pessoas comuns porque puxa a inflação para cima.

Muitas matérias-primas são importadas --como trigo, gás e gasolina. Isso provoca um aumento do pãozinho, do macarrão, da gasolina, por exemplo.

Além disso, alguns produtos que são produzidos aqui no Brasil também têm seu preço atrelado ao dólar.

É o caso da soja, da carne, do café, do açúcar, do milho. Mesmo que eles sejam produzidos no país, quando o dólar está mais caro fica mais vantajoso para o produtor exportar. Então, se ele mantém o produto para ser vendido aqui dentro, ele vai querer receber mais por isso.

Outra maneira pela qual a alta do dólar influencia os preços é que, com o produto importado mais caro, os produtos nacionais acabam também sofrendo um reajuste. "Os produtores aproveitam a alta do importado para aumentar a margem de lucro do nacional também", diz Nunes.

Para ele, no curto prazo alguns setores podem até ser beneficiados com a alta do dólar (ver abaixo). "Mas no médio e longo prazo, todos perdem, pois a moeda não está desvalorizada por uma escolha, mas porque a economia está enfraquecida."

Veja quem ganha e quem perde com a alta do dólar.

Quem ganha

Arte/UOL

Balança comercial – A balança comercial é a relação entre as exportações e importações de um país. Com o aumento do dólar, fica mais caro importar e mais barato exportar, o que ajuda a equilibrar essa conta. A balança vem apresentando resultados positivos graças à alta do dólar. Em agosto, por exemplo, a balança apresentou o melhor resultado em três anos

Empresas exportadoras – por terem custos em reais e receitas em dólar, essas empresas se beneficiam da alta da moeda norte-americana. Exemplos são as empresas de papel e celulose e do setor agrícola exportador, como produtoras de soja e de suco de laranja. Esses setores ficam mais competitivos lá fora, mas isso não significa que as exportações vão aumentar imediatamente. "As empresas têm que buscar o mercado lá fora que perderam antes, com o real valorizado", diz Nunes. Além disso, a economia mundial não está tão aquecida para que haja muita procura pelos produtos brasileiros. "Tirando os Estados Unidos, ainda estão meio mal das pernas Europa, China e Mercosul" 

Empresas voltadas ao mercado interno – Essas empresas se beneficiam da alta do dólar pois sofrem menos competição dos produtos importados
Turismo doméstico – o turismo nacional deve ganhar fôlego com a desistência dos brasileiros de tirar férias no exterior. Mesmo assim, não é esperado um aumento muito grande porque, apesar de o dólar estar mais caro, a economia brasileira como um todo está mais fraca. "As pessoas estão preocupadas com a crise e evitam gastar", afirma Edgar de Sá, economista-chefe da FN Capital

Quem perde

Arte/UOL

Consumidor final – Os aumentos de custos na economia são invariavelmente repassados para o consumidor, que sofre com a inflação e a perda do seu poder de compra.

Empresas importadoras – As indústrias que vendem produtos importados ou que dependem substancialmente de matérias-primas importadas são prejudicadas com a alta do dólar. Exemplos são a indústria química, farmacêutica, revenda de carros importados, de perfumes, chocolates, vinho importado. "Vai depender da capacidade delas de repassar a alta dos custos ao consumidor", diz Nunes.

Empresas que tenham dívidas em dólar – Se a empresa fez dívidas em dólar para compra de equipamentos ou insumos e não tem mecanismos de proteção (hedge cambial) para pagamento dessa dívida, está com um problema muito grande agora, afirma Luiz Fernando Roxo, economista da ZenEconomics.

Pessoas que fizeram gastos no cartão de crédito no exterior – Além do custo de 6,38% de IOF, o aumento do dólar faz com que o gasto no exterior seja bastante aumentado. É por isso que os especialistas não indicam fazer gastos expressivos com cartão de crédito no exterior, mas deixar seu uso apenas para emergências.

Quem tem viagem marcada para o exterior ou programa de estudos no exterior – Com a alta dos preços lá fora, os turistas estão optando por trocar a viagem por um destino nacional ou até mesmo escolher um país menos caro. "Muitos turistas estão optando por fazer viagens para a América do Sul e intercâmbios em países como Nova Zelândia", diz Edgar de Sá.

Fonte

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Como não ser barrado no serviço de imigração




Olá pessoal,

Hoje, gostaria de falar um pouquinho sobre o processo de imigração e o que devemos ter em mãos no tão apreensivo momento de se apresentar para um oficial.

Essa é sem dúvida uma das maiores preocupações dos brasileiros quando estão embarcando para o exterior, principalmente se for a primeira vez. Perguntas como: "o que irão me perguntar" e "o que devo responder" são comuns entre os viajantes. Na verdade tudo é bem mais simples e menos assustador do que parece e em alguns minutinhos você estará liberado para "se pirulitar no mundo".

Tudo começa ainda dentro do avião, onde você receberá um formulário que deverá ser preenchido e entregue ao oficial que irá te atender. Ao desembarcar siga as placas de informações que irão te conduzir até os guichês, costumo sempre dizer, siga o fluxo... rs. Geralmente são duas filas, uma para estrangeiros e outra para cidadãos nativos, entre na fila de estrangeiros e aguarde. 

Ao chegar sua vez um agente irá lhe direcionar para o guichê correto e então é aí que tudo será perguntado e checado, passaporte, visto válido, passagem de retorno, vouchers de hotel e/ou documento que comprove onde ficará hospedado, permanência no país, dentre outros documentos que eles acharem que devem solicitar, afinal eles podem pedir tudo, absolutamente TUDO, inclusive pedir que mostrem que você possui condições financeiras para a viagem, apresentando o dinheiro em espécie e cartões de crédito. 

Responda apenas o que lhe for perguntado e lembre-se que ele é - naquele momento - a autoridade máxima no país e podem definirá se você poderá ou não prosseguir com sua viagem e por isso devemos nos manter tranquilos para as perguntinhas que farão.
  • Qual o motivo de sua viagem?
  • Conhece alguém na cidade?
  • Quantos dias ficará?
  • Qual sua profissão?
  • Quanto tem de dinheiro?
Ainda no guichê, em alguns países, a exemplo dos Estados Unidos, você será fotografado e seus dedos escaneados (impressão digital). Com tudo certinho você terá seu passaporte carimbado com a data de entrada e a palavrinha mágica dita pelo oficial "welcome".

Agora, se as coisas não forem tão tranquilas assim e o oficial te colocar contra parede, nunca questione nada, seja firme em suas respostas, tente ao máximo se manter calmo e responda todas as perguntas sem perder o controle, pois acredite, te farão a mesma pergunta milhões de vezes e o importante aqui é não cair em contradição.

Eles ainda podem te direcionar para uma segunda entrevista com outros agentes e caso isso aconteça, não se desespere, mantenha-se equilibrado e responda novamente todas as perguntas que lhe fizerem, falando sempre a verdade. Com certeza, se não tiver nada a esconder será liberado e poderá dar continuidade a sua viagem com uma estorinha a mais pra contar. rsrsr 

Abaixo seguem algumas dicas simples para planejar seu embarque e aumentar suas chances de não ser pego de surpresa com problemas na imigração no país de destino.
  • O passaporte precisa ter no mínimo seis meses de validade a partir da data do embarque. Quando for apresentar ao agente já deixe-o aberto na página que tem sua foto;
  • Sempre verifique se o país de destino exige visto prévio e o solicite junto a um Consulado/Embaixada;
  • Caso tenha um visto ainda válido e seu passaporte precisou ser renovado, mantenha com você os passaportes anteriores;
  • Tenha impressa toda a documentação de viagem (vouchers, passagens, seguros, etc). Só as apresente caso seja solicitado;
  • Alguns países, a exemplo da Austrália e África do Sul exigem o Certificado Internacional de Vacinação (disponibilizado pela ANVISA) contra a febre amarela, que deve ser tomada, com pelo menos, dez dias antes da viagem;
  • Preencha o formulário alfandegário ainda no avião, assim terá tempo de respondê-lo tranquilamente, pois o mesmo não pode conter rasuras;
  • Procure não fazer muito barulho enquanto aguarda ser atendido pela imigração;
  • Estando ainda na área de segurança evite o uso de equipamentos eletrônicos, mantendo desligado seu celular e aparelhos que emitam som;
  • Fale apenas o necessário e não faça nenhum tipo de brincadeira e piada;
  • Caso não fale a língua nativa peça um intérprete para ajudá-lo;
  • Só se dirija ao guichê quando for chamado;
  • Caso esteja viajando em família é possível irem todos para um mesmo guichê, mas se forem apenas amigos e não forem compartilhar os mesmos documentos impressos opte por se dirigir sozinho a um guichê. Por alguma razão eles criam mais empecilhos com grupos;
  • Evite conversar com desconhecidos na fila;
  • Roupas muito decotadas e curtas não são legais, opte por opções mais discretas;
  • Nos voos com conexões certifique-se sobre a documentação exigida no destino de parada, pois você poderá ficar preso em uma sala a espera do seu próximo voo ou até ser impedido de prosseguir sua viagem;
  • Tenha na ponta da língua sua data de retorno, pois às vezes, eles pedem para conferir seu bilhete;
  • Nunca viaje sem uma quantia mínima de dinheiro em espécie, além de cartão de crédito internacional e/ou cartão pré-pago;
  • Tenha também impresso documentos que comprovem seu vínculo com o Brasil e sua atual situação financeira, como contra-cheques, carta de matrícula da universidade e/ou da empresa onde trabalha; extratos bancários com poupanças e investimentos, IR, etc.;
  • Após passar pela imigração não fique aguardando por outras pessoas nas proximidades, vá direto buscar suas malas. Lembre-se que eles continuam te observando;
  • Dizer que conhece amigos ou que tem parentes no país nem sempre é bom, pois eles podem achar que você quer morar lá também;
  • Nunca entre em um país sem uma confirmação de onde ficará hospedado, se for ficar na casa de amigos ou parentes considere a possibilidade de fazer uma reserva em um hotel, pois é mais tranquilo;
  • Não fale que tem alguém te esperando no aeroporto se realmente não houver, eles costumam checar a informação. Também fazem o contrário, já houve casos em que a pessoa informou que não conhecia ninguém e eles anunciaram no sistema de som que a pessoa estava se sentindo mal e estava na enfermaria e que aguardava o conhecido lá. Acredite, foi deportado. 

    Pois bem, se seu plano for viajar pro exterior recomendo ler e reler essas dicas, afinal, melhor pecar por excesso do que por esquecimento. Espero ter ajudado um pouquinho que seja no sucesso de sua viagem, afinal, viajar é tudo de bom, mas precisamos estar atentos para que o sonho não vire um pesadelo.

    Estando tudo correto, agora é hora de fazer as malas e "Se Pirulitar no Mundo"!!!

    A nova fiscalização da Receita Federal para passageiros de vôos internacionais

    Olá pessoal

    A Receita Federal implementou um sistema de fiscalização mais rígido e com isso vem apertando o cerco contra a entrada de produtos irregulares nos aeroportos do Brasil. 

    Na hora de "se pirulitar" fique atento aos limites que cada pessoa pode trazer do exterior para não ter problemas com o fisco.

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    A Receita Federal implementou em 2015, um sistema mais rígido de fiscalização dos passageiros de vôos internacionais.

    As mudanças não são drásticas pois as regras para a tributação de itens importados continuam as mesmas. A grande “novidade” tem sido na fiscalização: o Fisco promete apertar o cerco contra a entrada irregular de produtos nos aeroportos do País. 


    Abaixo confira tudo o que você precisa saber sobre o limite da alfândega para compras no exterior: 


    A nova fiscalização dos aeroportos brasileiros 

    Os fiscais terão acesso a informações de diferentes fontes sobre o viajante de vôos internacionais. O peso da bagagem, local de origem do vôo e tempo de duração da viagem serão algumas informações que passarão a ser analisadas no retorno do viajantes. Essas informações sobre os passageiros serão transmitidas pelas próprias companhias aéreas e depois cruzadas com os sistemas da Receita e da Polícia Federal. Antes do avião pousar no Brasil o Fisco já realizará a análise desses dados e decidirá quais contribuintes terão as malas verificadas. 

    Uma outra ação mais rigorosa serão as câmeras que farão o reconhecimento facial dos viajantes (comparando com a foto do passaporte) para selecionar potenciais sonegadores e suspeitos de lavagem de dinheiro. 

    Segundo a Receita Federal tudo será feito com muita agilidade, o que facilitará a vida do viajante “sem suspeitas” no desembarque, deixando a demora apenas para os que caiam na “rede” do Fisco. A promessa das mudanças é de uma fiscalização mais precisa e eficiente. 

    Produtos tributados x Produtos Isentos 

    São considerados isentos produtos de uso ou consumo pessoal. Nesse quesito entram roupas, livros, acessórios, celular (em uso), máquina fotográfica (em uso). Esses bens considerados de uso pessoal não são tributados e nem entram na cota. Para obter o benefício, no entanto, é necessário que seja apenas uma unidade de cada produto, a qual deve obrigatoriamente já ter sido usada. 

    O que é considerado em uso: 

    Itens fora da caixa, sem etiqueta e de preferência com conteúdo, de forma que caracterize que o objeto é seu e você comprou para usar! 

    Nesse quesito é válido destacar algumas hipóteses: 

    Equipamentos para uso profissional: poderão ter isenção de tributos caso seja um objeto portátil e tenha sido utilizado profissionalmente no exterior. A atividade e o uso do maquinário devem ser comprovados. A liberação dependerá da avaliação do fiscal. 

    Enxoval de bebê: podem ser taxados caso passem da cota e a criança ainda não tenha nascido ou não esteja com os pais na viagem, uma vez que não seriam itens “em uso”. 

    Vestido de noiva: vale a mesma regra. Podem ser taxados se passarem da cota. Só será isento de tributos se a viajante comprovar que realizou o casamento durante a viagem. 

    Ipad: não é considerado isento. Será tributado se ultrapassar o valor da cota. 

    Itens eletrônicos são considerados de uso pessoal apenas se tiver uma unidade de cada produto. Assim, se você levar um item (câmera ou celular) do Brasil para a viagem e comprar outro item para a mesma função no exterior, o segundo item não será considerado de uso pessoal e poderá ser tributado se ultrapassar a cota. 

    Qual a cota para compra de produtos no exterior? 

    A cota pra compras de mercadoria no exterior é US$ 500 (por via aérea ou marítima) ou US$ 300 (terrestre ou fluvial). As compras até esse valor não serão tributadas em seu retorno ao Brasil. O valor da cota não pode ser unificado para viajantes que estão juntos (Ex: o item custou US$800 e quero contabilizar como US$500 meus e US$500 da minha esposa). 

    Porém, se ultrapassar essa cota os produtos deverão ser especificados na Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV) e serão tributados a uma alíquota única de 50%, aplicada sobre o valor excedente. Caso sofra fiscalização e não tenha feito a e-DBV, o viajante será multado em 50% do valor excedente à cota de isenção, mais o imposto devido. 

    Os bens que somarem mais de US$ 3 mil poderão ser retidos e tributados segundo as regras oficiais de importação. 

    E se o produto tiver sido comprado em uma viagem anterior? 

    Nesse caso é necessário comprovar quando foi realizada a compra. A forma mais recomendada é levar a nota fiscal do produto ou a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV) realizada em viagens anteriores. Reúna esses comprovantes antes de viajar e leve-os consigo. 

    Os produtos do Free Shop, entram na cota? 

    Os produtos adquiridos no Free Shop no Brasil são isentos de impostos até o limite de US$ 500. Porém, esses produtos não concorrem na cota de US$500 para produtos importados. Significa que o viajante terá direito a “duas” cotas de isenção: US$500 para produtos importados e US$500 para produtos adquiridos no Free Shop no desembarque. 

    Porém, se as compras forem feitas em um Free Shop no exterior elas serão contabilizadas na cota principal de US$500 junto com os outros produtos adquiridos no exterior. O valor excedente será tributado da mesma forma, em uma alíquota única de 50%. 

    Mesmo os produtos dentro da cota de US$500 possuem um limite de compra. 

    Alguns dos limites são: 

    12 litros de bebida alcoólica 
    10 maços de cigarro, contendo, cada um, 20 unidades; 
    25 unidades de charutos ou cigarrilhas 
    250 gramas de fumo 
    20 unidades de bens (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 10,00 desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas 
    20 unidades de bens, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas. 

    Site da RECEITA FEDERAL







    sexta-feira, 25 de setembro de 2015

    Roaming Internacional - Por Paulo Augusto Sebin

    Olá pessoal

    Recebi um e-mail do jornalista Paulo Augusto Sebin de Londrina. Ele produziu um artigo para ser publicado em nosso blog e fiquei muito feliz com o reconhecimento dele e, é claro, o prestígio.
    O conteúdo do artigo é bem interessante e aborda os altos gastos com o "roaming internacional".
    Então, vamos ao que interessa!

    ARTIGO
    Por Augusto Sebin


    Cuidados com os gastos com roaming internacional

    Quem viaja a trabalho ou estudos nem sempre pode depender somente da internet da hospedagem para comunicar-se com familiares, amigos e colegas de trabalho do país de origem. Nessas horas, ter em mãos um telefone celular do país em que se está é uma das melhores saídas para não ficar na mão no exterior. O aluguel de aparelhos vem também acompanhado do aluguel do serviço de armazenamento de dados e também do aluguel de conexão 3G e wifi.

    No entanto, muitas pessoas desistem da ideia de alugar um celular para se comunicar no exterior devido aos altos custos cobrados por ligações. No fundo, esse pensamento está correto, pois a cobrança feita pela grande maioria dessas empresas pelo serviço de roaming internacional está longe de ser justa.

    Por que fugir do roaming internacional?

    Mas, como funciona o roaming internacional? Basicamente, esse sistema funciona de forma a garantir um livre trânsito do usuário da linha telefônica, independente do local onde ele estiver. No entanto, essa garantia também vem acompanhada de um acréscimo muito significativo no valor das tarifas. Não é raro encontrar usuários que gastaram mais em ligações no exterior do que com as passagens aéreas.

    Isso ocorre por um motivo simples. No roaming internacional está embutido um pacote de tarifas de impostos relativas aos dois países onde os interlocutores estão conversando, assim como taxas de serviço da operadora dos dois países. Ou seja, além do valor cobrado pelas duas operadoras, há duas taxas de impostos bem significativas. Dessa forma, é possível realizar uma ligação ao custo de US$ 3,00 ou mais por minuto, dependendo das taxas cobradas pelos países e pelas operadoras que cobrem aquelas áreas.

    Aluguel de telefone celular ao custo de ligação local

    Um dos benefícios de empresas que alugam celular e serviços de banco de dados e conexão wifi a usuários é que se paga um custo local pelas ligações. Essas empresas trabalham com aluguel de SIM card do país de origem, assim como de celulares que operam com esses dispositivos. Dessa forma, é possível realizar ligações aos preços locais, por investimentos muito menores e mais justos.

    Geralmente viagens em famílias não demandam a procura por essas soluções tecnológicas. Já no caso de viagens a negócios ou envio de uma equipe de funcionários para eventos ou ações comerciais, procurar auxílio de empresas que oferecem locação de dados e voz em aparelhos celulares no exterior pode ser uma alternativa econômica interessante.

    São poucas empresa que oferecem alternativas de locação de celulares com voz e dados.

    Qualidade dos sinais

    Em determinados países como na região europeia e Estados Unidos da América os sinais de telefones e internet são ótimos e raramente os viajantes terão problemas. Mas caso haja a necessidade de contratar locação de telefonia para outros países que os sinais são de baixa qualidade, como países africanos, alguns latinos americanos e nações com políticas fechadas, como China e Venezuela, é necessário pesquisar históricos da empresa, opiniões publicadas por usuários na internet que já usaram esses serviços. Essa pesquisa evitar a famosa frase "trocar seis por meia dúzia".

    Artigo escrito pelo jornalista Paulo Augusto Sebin. Mora em Londrina, já trabalhou em jornal impresso e emissoras de rádio. Atualmente trabalha na comunicação da empresa PressCell Phone Rental.



    quinta-feira, 24 de setembro de 2015

    Novidades na Irlanda

    Olá pessoal

    Esse mês foi super corrido e não consegui manter atualizado nosso blog. Hoje, pesquisando para saber que assunto abordar me deparei com uma informação muito importante e que deve ser útil para muitos estudantes que querem dar uma "pirulitada" para a Irlanda.

    Por isso, resolvi postar primeiro logo isso e continuar com minhas pesquisas! rsrs

    Vamos a matéria:

    Irlanda adia diminuição do visto de 1 ano para estudantes
    Foto: Divulgação

    A administração da equipe responsável pelo ILEP (Interim List of Eligible Programmes – lista que define as escolas de idioma aptas a receberem alunos estrangeiros na Irlanda) enviou hoje um comunicado às escolas candidatas informando que a divulgação do resultado final, que estava prevista para o dia 1.º de outubro, será adiada.

    Segundo o comunicado, “devido à lacunas nas informações providenciadas, o ILEP teve que contatar novamente um grande número de aplicantes para obter mais informações. Isso resultará em um atraso no que diz respeito à próxima fase de implementação do ILEP, prevista para o dia 1.º de outubro. Até lá, todas as mudanças previstas para o dia 1.º de outubro serão adiadas por um curto período de tempo.”

    Por telefone, o MEI (Marketing English in Ireland) confirmou ao Intercambistas que, até a lista do ILEP ser implementada, as mudanças no visto de estudante também serão adiadas. Ou seja, a alteração no período de duração do visto (de 12 meses para 8 meses) também foi adiada.

    O quão “curto” será esse período, entretanto, ainda não está claro. “Ouvimos dizer algo em torno de 2 ou 3 semanas, mas não temos certeza ainda“, afirmaram os responsáveis pelo MEI.

    A notícia soa como um breve suspiro aos intercambistas que estavam correndo contra o tempo para tirar o visto de 12 meses antes de 1.º de outubro. Devido ao grande número de estudantes desembarcando na Ilha Esmeralda nas últimas semanas, se tornaram comuns ocorrências de atrasos no processo de abertura da conta bancária.