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terça-feira, 19 de abril de 2016

Novas regras para seguro-viagem


Novas regras para seguro-viagem passam a valer a partir deste sábado

A partir deste sábado (02/04/2016) entra em vigor uma nova regulamentação para o seguro-viagem – serviço que parece secundário mas que, se não for contratado, pode resultar até na proibição de entrada em alguns países europeus.

A principal alteração que a resolução do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) impõe é tornar obrigatória a cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas em viagens internacionais. Até aqui, o serviço, em sua maioria, era vendido como assistência de viagem, não efetivamente como seguro.

Com a mudança, as novas coberturas serão reguladas e fiscalizadas pela Susep, agência responsável pelo setor. Antes, o órgão só cuidava de coberturas referentes a morte e invalidez permanente do turista.

Entre a definição das novas normas e sua entrada em vigor houve quase dois anos. Apesar da demora, a mudança foi bem-vista – a opinião das próprias seguradoras é de que viajantes agora terão mais benefícios e proteção.

Letras miúdas

Para o viajante, na prática, o que mais vai mudar são pormenores – principalmente em relação aos novos direitos adquiridos. Agora o turista não precisa mais ir obrigatoriamente aos médicos e hospitais da rede credenciada do plano de seguro. Ele pode ir ao local de sua preferência e ter a certeza de que vai receber o reembolso depois, dentro de sua faixa de cobertura.

Outro detalhe: episódios de crise provocados por doenças crônicas e preexistentes passam também a ser incluídas no seguro. Não era incomum os contratos atribuírem um valor menor de cobertura para casos como esses.

Apesar das vantagens, como as seguradoras estarão oferecendo produtos mais amplos, é possível que haja um aumento de preço. Este, porém, ainda não é um consenso entre as empresas.

O que muda para o turista

Mais cobertura – Despesas médicas, hospitalares e odontológicas passam a ter cobertura de seguro.

Traslados especiais – Traslado de corpo em caso de morte, regresso sanitário e remoção e transferência médica também entram obrigatoriamente no seguro.

Doenças preexistentes – Crises provocadas por doenças crônicas e preexistentes devem ser incluídas na cobertura.

Lá em casa – A cobertura passa a ser válida até o retorno do segurado para casa, independentemente do tempo de seguro contratado.

Só com segurador – Seguros só poderão ser vendidos por corretores ou representantes das seguradoras.


sexta-feira, 3 de julho de 2015

A importância do Seguro e Assistência de Viagem


Oi gente,

Olha eu de novo por aqui...

Hoje gostaria de conversar com vocês um pouquinho sobre um item muito importante para a viagem e que as pessoas costumam deixar de lado: o seguro de viagem e assistência de viagem.

Vou aproveitar também e explicar qual a diferença entre seguro e assistência, pois, apesar de existir uma diferença básica entre eles, costumam ser confundidos. Essa diferença está na atuação, mas alguns podem ser contratados juntos ou separadamente. 

O seguro de viagem funciona da seguinte forma: o viajante arca com as despesas necessárias em caso de emergência durante a viagem e somente quando retornar para o Brasil é reembolsado enviando para a seguradora as notas ficais das despesas cobertas. 

Já a assistência de viagem costuma oferecer além do seguro, um pacote de serviços e benefícios de acordo com o plano contratado e o viajante não precisará ter que pagar pelas despesas cobertas no ato do acontecimento.

Atualmente no mercado existem diversas empresas de seguros e assistências ao viajante e, na maioria das vezes, eles são oferecidos simultaneamente, mas é importante estar atento aos benefícios de cada plano, pois, encontramos muitas alternativas de coberturas e preços. 

Os benefícios e coberturas de cada plano são as principais diferenças de um "seguro/assistência" para outro e antes de contratar procure comparar todas as opções de planos e coberturas, assim será mais fácil decidir qual o melhor para atender sua necessidade e perfil.

Um exemplo muito comum de seguro de viagem, são os oferecidos pelos cartões de crédito e devemos ficar atentos, pois as operadoras não costumam explicar tudo sobre a utilização e normalmente ofertam como gratuitos, porém, caso a pessoa precise utilizar o custo do seguro será cobrado. Fique de olho aberto!

Em minha caminhada profissional ouvi muitos clientes dizendo que não fariam a assistência e que achavam não ser tão importante assim, mas a experiencia no setor nos apresenta muitos casos em que a conta no hospital no exterior foi bem alta e que se não fosse a cobertura do seguro/assistência a pessoa estaria em grandes apuros.

Muita gente acaba fazendo o seguro e/ou assistência muito mais por obrigação do que por precaução, isso porque alguns países europeus exigem dos turistas a apresentação de um seguro com cobertura mínima (trinta mil euros). Essa exigência é devido ao Tratado de Schengen, um acordo assinado entre países da União Européia que estabelece essa obrigatoriedade para garantir assistência médica por doença ou acidente para os visitantes.

Bom, minha dica é nunca deixar de fazer uma assistência antes de "se pirulitar", pois, além da parte médica oferecida pela cobertura contratada, geralmente eles oferecem outros benefícios importantes, como assistência odontológica, farmacêutica, perda ou roubo de bagagens, transporte para internação e emergência médica, cobertura de roubo de documentos, cancelamento de viagem, assistência jurídica, repatriamento, dentre outros, que podem ser muito úteis quando estiver fora do Brasil.